Uma reflexão tardia sobre Eu matei Sherazade

Texto de Monise Martinez*:
Quando comecei o meu trabalho de investigação sobre a publicação de autobiografias e biografias de mulheres árabes e/ou muçulmanas no mercado editorial português, me deparei com um livro que, apesar de não ter uma edição portuguesa, havia sido publicado em alguns outros países europeus em que edições das obras que eu andava selecionando para análise eram também frequentes. O livro era o Eu matei Sherazade – confissões de uma árabe enfurecida, uma espécie de autobiografia escrita pela jornalista libanesa Joumana Haddad, publicada originalmente em 2010.

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